quinta-feira, 19 de novembro de 2015

A VIDA SECRETA DOS GRANDES AUTORES - Robert Schnakenberg



Olá povo lindo, fim do ano chegando e o tempo esgotando para cumprir a minha meta de leitura, ainda estou confiante. Metas atualizadas <AQUI>.


Autor: Robert Schnakenberg
Editora: Ediouro
Ano: 2008
Páginas: 311


É comum imaginarmos que a vida dos grandes autores é tranquila e desinteressante, ou, ao contrário, agitadíssima e glamorosa.
Todavia, a realidade é que nunca vemos nossos "ídolos" como seres humanos comuns, iguais a nós, mas como verdadeiros gênios. No entanto, o que muitos de nós não sabemos é que a imensa maioria das lendas literárias viveu mais como devassos artistas de hollywood do que como "ratos de bibliotecas" tímidos e reclusos. Muitos eram viciados em drogas, mulherengos e aspirantes a astros de cinema, e é bem provável que os vejamos mais com uma garrafa de uísque vazia nas mãos do que com uma pena.
Esse livro trás um pequeno resumo da vida de alguns autores, de um forma simples e com linguagem objetiva, conta os principais ou não pontos relevantes da vida dos autores previamente escolhidos pelo autor. 
O livro tem um  destaque para as sábias palavras de cada autor, fiquei me questionando sobre uma mega tosca e intrigante, tipo essa: "A única exigência que faço ao meu leitor é que dedique a vida inteira à leitura das minhas obras". James Joyce. E aí quem topa? Lembrem-se que você não precisará entender a obra de Joyce e sim perder a vida por ela. 
Curiosidades como essas me fizeram rir por segundos... "Balzac acreditava que o esperma significava a emissão da mais pura substância cerebral e portanto a ejaculação seria uma filtragem, uma perda através do membro de um ato de criação artística em potencial". Quando não aguentava segurar a ejaculação ele afirmava que "Esta  manhã eu perdi um romance!". 
Outra coisa interessante é que talvez aquele país cheio de absurdos que encontramos no livros Alice no País das Maravilhas tenha sido influenciado pelas alucinações causadas pelas fortes dores de cabeça de Carroll.
O livro tem seus problemas, ele meio que te induz a uma conclusão sobre a vida de cada autor, não é um livro onde os fatos estão lá e você é o responsável de unir as informações e chegar a uma conclusão. Ok, é difícil existir livro que não use deste recurso, porém quando comecei a ler pensei que este seria.
Outra coisa que fiquei segundos rindo à toa foi ler sobre F. Scott Fitzgerald e sua mania de adorar primeiro os pés! Se ele visse os meus, nunca iria se interessar por mim. 



Grande Beijo! 

2 comentários:

  1. Nossa... nao sabia que Shakespeare tinha filho.
    BJS: ilovelivrosepronto.blogspot.com

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    1. Então, tinha filhos com sua mulher e diz a lenda que alguns bastardos. kkkk

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