segunda-feira, 4 de maio de 2015

O Diário de Anne Frank

Oi Pessoaaaallll!! Como estão?!

Como há muito não fazia uma resenha, hoje trouxe a vocês o meu parecer sobre o livro O Diário de Anne Frank. Claro que não será nada tão belo quanto o que minha amada chefinha (ela, com certeza, vai me matar!) escreveu, veja aqui o que a Jeniffer Alves falou sobre este clássico.

Vamos então ao que interessa. A saga desse livro foi interessante. Emprestei o mesmo da Jeni e demorei uns 3 meses pra decidir lê-lo e depois mais uns 4 meses para terminá-lo. Por quê? Porque eu simplesmente não conseguia! É algo inexplicável. Vivi junto com Anne o medo das bombas, a constante aflição de ser achada estando escondida, as intensas brigas com a mãe e os demais membros do anexo, só sei dizer que foi bem complicado pra mim. Meu pai, que já foi ator de teatro, ensaiou uma peça baseada neste livro, porém, nunca teve a oportunidade de apresentar a obra por diversos motivos, e até hoje ele cita trechos decorados do enredo.

Acredito que o maior sofrimento de todos, durante o período que eles ficaram no "Anexo Secreto", como Anne carinhosamente o chamava, era o confinamento. Ficar isolada do mundo, vendo a luz do dia raramente, com mais 7 pessoas, não é fácil. Ainda mais para uma adolescente de 13 anos com hormônios e ideias todos á flor da pele.

Anne amadureceu rapidamente e escreve muito bem, se tratando de uma criança. Ela era muito estudiosa também e dificilmente ficava ociosa (este último ponto, estou trabalhando comigo, rsrs).

Alguns trechos me fizeram refletir muito sobre a vida, sobre a tolerância e sobre a paciência. Mas nos últimos trechos que escreveu, Anne deixa mensagens valiosas para todos nós:

"Em última análise, a própria pessoa forma seu caráter. Além disso, enfrento a vida com uma reserva extraordinária de coragem. Sinto-me forte e capaz de suportar fardos, jovem e livre! Quando percebi isso pela primeira vez, fiquei satisfeita, porque significa que posso enfrentar com mais facilidade os golpes da vida."

" Estamos todos vivos, mas não sabemos por que ou para que; estamos procurando a felicidade; levamos vidas diferentes e, ao mesmo tempo iguais. Nós três (Anne, Margot e Piter) fomos criados por boas famílias, temos a oportunidade de obter uma formação e de nos transformarmos em alguma coisa boa. Temos muitos motivos para esperar grande felicidade, mas... precisamos merecê-la. Merecer a felicidade significa fazer o bem e trabalhar, e não especular e ser preguiçoso. A preguiça pode ser convidativa, mas só o trabalho dá a verdadeira satisfação. (...) Não consigo entender gente que não gosta de trabalhar(...)."

"Pra ser franca, não consigo imaginar como alguém poderia dizer "Eu sou fraco" e continuar assim. Se você sabe isso a seu respeito, ´por que não luta contra, por que não desenvolve o caráter? A resposta deles sempre foi: "Por que é muito mais fácil não fazer isso!" Essa resposta me deixa desestimulada. Fácil? Quer dizer que também é fácil uma vida de mentiras e preguiça? Ah, não, não pode ser verdade.Não pode ser verdade que as pessoas se sintam tentadas pela facilidade... e pelo dinheiro."

Anne Frank será sempre lembrada.

Sem mais...



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