quinta-feira, 30 de abril de 2015

Jogos Educativos: estrutura e organização da prática - Adriano José Rossetto Júnior.


Olá, povo lindo! Chegamos a mais uma quinta feira, e hoje eu trouxe uma novidade, o primeiro fichamento de livro da área EDUCAÇÃO FÍSICA.
Esse é o meu 11º livro lido esse ano. Metas atualizadas - AQUI -.


Autor: Adriano José Rosseto Júnior
Editora: Phorte
Ano: 2009
Jogos educativos | Jogos em grupo | Esportes - Estudo e ensino | Educação física - Estudo e ensino.

INTRODUÇÃO 

"O Instituto Esporte e Educação (IEE) desenvolve uma metodologia de trabalho com o esporte que propõe que se aprenda a competir, cooperar e assumir uma postura de respeito as regras e aos adversários, uma aprendizagem que se transforma em instrumento valioso para a educação e a interação entre as pessoas e o desenvolvimento integral do ser humano". P. 12
Os jogos e os esportes, como fenômenos sociais, podem ser entendidos como moderadores do comportamento humano, capazes de canalizar o impulso agressivo presente no desenvolvimento social do homem ao longo do tempo". P. 12
Adorno (1995), Dewey (1956) e Orlick (1989) relatam que, durante o jogo, forma-se uma minissociedade que estabelece as regras e normas para sua realização, transformando ou reforçando valores e atitudes da sociedade maior. Assim, o jogo é ambíguo, podendo ser canalizado para o "bem" ou para o "mal"". P. 12
"Devemos, no entanto, nos precaver de uma interpretação exclusivamente utilitária do jogo como instrumento educacional, possível de transferência para outras situações do cotidiano, relacionados a outras disciplinas escolares ou, ainda, a situações relativas à convivência na comunidade". P. 13
"Para Brougère (1998), Elkonin (1984), Huizinga (1996) e Vygotsky (1984), o jogo é uma atividade representativa/interpretaria, e não apenas imaginária, um misto das vivências concretas com a fantasia (imaginário)". P. 13.
"O jogo e o esporte, como instrumentos educacionais, devem construir para a construção de valores morais e éticos, coibindo a competição exacerbada e a conquista de resultados a qualquer custo". P. 13
"Assim, o foco da intencionalidade educativa do jogo deve apontar para os seguintes objetivos:
*Resgatar valores humanos, como amizade, cooperação, solidariedade e respeito.
* Favorecer a interação entre os alunos e o meio ambiente.
* Construir regras, normas e atitudes positivas.
* Ampliar as oportunidades de desenvolvimento psicomotor, cognitivo e socioafetivo.
* Formar cidadãos críticos, participativos e cientes de seu papel na sociedade, visando a torná-la mais justa e democrática". P. 13
"Neste momento, é imprescindível lembrar Freire (1989), para quem os sentimentos se formam com a vida, "[...] assim, se não nascemos definidos, nosso amor, nosso ódio ou compreensão serão produtos de nossa relação com o mundo". P. 14
"É preciso mais do que um conhecimento metódico de técnicas de dar aulas para formar um educador [...] Uma relação educativa pressupõe o conhecimento de sentimentos próprios e alheios" ( Freire, 1989).

1. BASE CONCEITUAL DA METODOLOGIA DE ESPORTE E EDUCAÇÃO DO IEE

"Assim, durante a prática dos jogos, entre o fazer (gestos, gols e pontos) e o compreender (táticas, relações e conceitos), a ação e a reflexão, nós aproximamos do esporte com o ideal de educar crianças e jovens, contribuindo para a formação de cidadãos participativos, autônomos e transformadores da sua realidade". P. 15.

1.1 PRINCÍPIOS PEDAGÓGICOS DO ESPORTE EDUCACIONAL

1.1.1 ENSINAR ESPORTE PARA TODOS

"O compromisso é com a inclusão e a participação, e a nossa premissa está em acreditar que qualquer pessoa pode aprender a praticar esportes dentro das suas potencialidades e limitações". P. 17

1.1.2 ENSINAR ESPORTE BEM PARA TODOS

"Para os professores empenhados na construção de uma boa pedagogia esportiva-educacional não basta ensinar, é preciso ensinar bem. Planejamento, ação e reflexão fazem parte do plano do professor que, com os melhores métodos e estratégias, com o maior carinho e atenção, ensina cada aluno a fazer esporte de boa qualidade educacional". P. 17

1.1.3 ENSINAR MAIS DO QUE ESPORTE PARA TODOS

"O papel do esporte educacional ultrapassa o ensino dos seus fundamentos e técnicas e inclui os seus valores subjacentes, ou seja, conteúdos relacionados às dimensões atitudinal e conceitual". P. 18

1.2 A PEDAGOGIA DO ESPORTE E A INTEGRAÇÃO ENTRE O FAZER, SABER, O CONVIVER E O SER.

1.2.1 DAS RUPTURAS ÀS INTERAÇÕES ENTRE...

1.2.1.1 O FAZER E O COMPREENDER

"No espaço do fazer, os alunos devem ser estimulados a pensar e a falar sobre suas ações, ou seja, como enfrentaram e resolveram os conflitos, quais as estratégias utilizadas, quais as habilidades e competências aprendidas, quais os conhecimentos a serem construídos, ou seja, estimular a reflexão e ação consciente a partir da análise critica. É nesse constante ir e vir que se aprende a trabalhar coletivamente em prol de todos, a respeitar e valorizar as diferenças e o trabalho dos outro e, principalmente, a gerenciar e cuidar da sua própria aprendizagem esportiva". P. 20

1.2.1.2 O QUADRO E A QUADRA

"No caminho entre o fazer é o compreender, o "quadro negro", espaço destinado ao aprender não pode estar desconectado da "quadra", espaço conhecido pelo fazer". P. 20
"É preciso que o professor organize suas ações pedagógicas com objetivos, intenções e estratégia educacionais bem definidas, mas que procure preservar aquilo de mais importante e presente no espaço lúdico do jogo: imprevisibilidade, a criatividade, o símbolo, a subjetividade e a oportunidade de convivência uns com os outros". P. 20

1.2.1.3 A RUA E A ESCOLA

"Nos últimos tempos a falta de espaço nas grandes cidades, a violência, o trabalho infantil parecem ter afastado crianças e jovens do mundo de jogos e brincadeiras na rua". P 21
"Se antigamente aprendíamos a fazer e a gostar de esporte na rua, hoje uma quantidade enorme de crianças e jovens tornam-se esportistas na escola". P. 21

2. ORGANIZAÇÃO E ESTRUTURA DA PRÁTICA DE JOGOS

2.1 CRITÉRIOS PARA A ESCOLA DO BOM JOGO

2.1.1 POSSIBILITA A TODOS PARTICIPAREM

"Cuidado com jogos onde há muito tempo e/ou filas de espera. A palavra de ordem para um bom jogo é inclusão". P. 23

2.1.2 POSSIBILITA O SUCESSO DOS PARTICIPANTES

2.1.3 PERMITE O GERENCIAMENTO DOS JOGADORES

Os alunos "deverão aprender a gerenciar o espaço do jogo, desde sua preparação até a ação de jogar". P. 24

2.1.4 FAVORECE ADAPTAÇÕES E NOVAS APRENDIZAGENS

2.1.5 MANTÉM A IMPREVISIBILIDADE

"O bom jogo é aquele cujo rumo não pode ser traçado com exatidão, menos ainda seus resultados". P. 25

2.2 UTILIZANDO OS JOGOS NA EDUCAÇÃO

2.2.1 ORGANIZAÇÃO DO TEMPO E ESPAÇO

2.2.2 ORGANIZAÇÃO DOS MATERIAIS

2.2.3 CONHECER OS ALUNOS

2.2.4 APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA

2.2.5 FLEXIBILIZAÇÃO DE REGRAS

2.2.6 QUEBRA DE AUTOMATISMOS

2.2.7 AJUDA AJUSTADA

2.3 ESTRUTURA DA AULA

2.3.1 PRIMEIRO MOMENTO: RODA DE CONVERSA SOBRE O JOGO DO DIA

2.3.2 SEGUNDO MOMENTO: VIVÊNCIAS E PRÁTICAS

2.3.3 TERCEIRO MOMENTO: RODA DE CONVERSA SOBRE O QUE FOI FEITO NA AULA

3. JOGOS PARA O DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIA

3.1 PEGA-PEGA

todas as atividades vem com descrição do domínio cognitivo, psicomotor e socioafetivo.

3.2 CERCA
3.3 QUEIMADA
3.4 COELHO NA TOCA
3.5 BOLA ERRANTE OU BOBINHO
3.6 JOGO DE BASQUETE DOS NÚMEROS
3.7 O GATO E O RATO
3.8 BARRA-MANTEIGA
3.9 BOLA À TORRE
3.10 TEMPESTADE DE BOLA À CESTA
3.11 CAÇADOR
3.12 CONTROLE
3.13 REBATIDA
3.14 CHUTEBOL
3.15 BOBINHO
3.16 FUTEBOL NUMERADO
3.17 TORRE
3.18 BATERIA
3.19 BOLA AO CAPITÃO
3.20 DARDO COM PÉS
3.21 BOCHABOL
3.22 HANDVÔLEI
3.23 LIMPANDO A CASA
3.24 BASE 4 OU VÔLEIBASE
3.25 REDE HUMANA
3.26 BATE E REBATE
3.27 VÔLEI-PIZZA
3.28 CORTAGOL
3.29 VÔLEI-TÊNIS
3.30 PEGA-VÔLEI
3.31 VÔLEI-DADO

Caso alguém se interesse pela descrição de alguma atividade, deixe seu e-mail aqui nos comentários que envio para você.

Beijo Grande!




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