domingo, 8 de março de 2015

Cidade De Papel - John Green


Olá, povo lindo! Estou mega empolgada esse ano com as minhas leituras, dei uma "paradinha" de leve para concluir minha pós graduação, terminei, e agora estou livre para o blogue, por enquanto! 
Meu 6º livro deste ano é um livro do John Green, uhuull, adoro. Estava faltando uma leitura leve e mega prazerosa aqui. 
Metas atualizadas - AQUI -.


Autor: John Green
Editora: Intrínseca 
Página: 368
Ano: 2013
Ficção americana

Quentin Jacobsen tem uma paixão platônica pela magnífica vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Até que em um cinco de maio que poderia ter sido outro dia qualquer, ela invade sua vida pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita.
Assim que a noite de aventura acaba e um novo dia se inicia, Q, como era chamado pelos amigos, vai para a escola e então descobre que o paradeiro da sempre enigmática Margo tornou-se um mistério. No entanto, ele logo encontra pistas e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quando mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele pensava conhecer.
Esse mistério criado pelas pistas que Margo deixa, o envolve de uma forma pegajosa, fazendo dele um detetive de plantão, movido para tentar achá-la, não importa onde tenha que ir, para alcançar sua meta. 
As pistas nem sempre são fáceis de ser decifrada, sendo assim, perder noites de sono pensando na Margo Roth Spiegelman, começa a fazer parte da sua rotina, que antes do dia cinco de maio, era monótona e sem graça. Seus amigos Ben e Radar o ajuda nesta busca inevitável. 
O enigma só cresce a cada pista encontrada e decifrada, o que ele (e quem lê o livro) consiga juntar as pistas em busca de uma hora ou outra achá-la.


Beijo Grande!


2 comentários:

  1. Eu não gostei desse livro, achei bem chatinho e só terminei de ler porque não gosto de deixar livros pela metade. Não sei se esperava muito do autor, porque depois de ler A Culpa é das Estrelas (que eu amei de paixão), esperava um outro livro maravilhoso, mas não foi o que ocorreu.

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    Respostas
    1. Oi, sério que você não gostou, eu adorei a ideia da metáfora dos fios para entender a vida. Fora a busca louca do Quentin que de tão patética se tornou legal. Adoro romance com protagonista nerd, e o John Green sempre usa.
      Obrigada pela sua visita aqui no nosso espaço.
      Beijo Grande!

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