domingo, 18 de janeiro de 2015

O Que as Lembranças de Infância Revelam Sobre Você - Kevin Leman



Olá, povo lindo! Hoje tem livro de um gênero que não aparece muito por aqui, confiram?!
Este é o meu 3º livro lido este mês. Metas atualizadas - AQUI -

Autor: Kevin Leman
Editora: Mundo Cristão
Ano: 2011
Páginas: 271
Autopercepção | Lembranças de infância | Psicanálise

Leman trás neste livro uma proposta bem diferente de se fazer uma autopercepção, ele afirma que podemos entender quem somos hoje se olharmos para as lembranças de infância, o problema maior, é que você pode ter deixado no passado não apenas suas lembranças, mas você mesmo. A decisão de resgatar as lembranças, por mais dolorosas que sejam, lhe permitirá conhecer-se  melhor e relacionar-se melhor com as pessoas ao seu redor.
Não se trata de remoer o passado, mas de aprender a relacionar-se com ele de maneira digna e restauradora, e se tornar uma pessoa mais serena e disposta a encarar com maturidade as decepções, os enigmas e as contradições da vida.

Por que voltar ao passado se não há como mudá-lo?

Embora não se possa mudar o passado, compreendê-lo a partir das lembranças da infância, com as palavras e emoções que você usa ao descrevê-las, é a chave para você descobrir quem realmente é.
Uma das coisas importantes que consegui extrair deste livro foram, que a única coisa necessária para você guardar suas lembranças é uma fagulha emocional "algum catalisador que o ajude a armazenar a experiência na memória de longo prazo de seu cérebro". 
Essa primícia nos leva a entender que se você lembrar de uma história e ela não conter sentimentos, só fatos, na maioria das vezes é uma história que alguém te contou ao longo da vida ou seu cérebro as criaram. Isso é bem legal, ter uma forma, mesmo que não seja totalmente confiável de verificar a veracidade de suas lembranças.
Outra coisa que o livro trás são as comparações, ou melhor, padrões de comportamento sobre sua personalidade de acordo com seu nascimento, tipo assim, se você é um caçula têm tendência a ser social e gostar de diversão, se é filho do meio, possui o desejo de consertar as coisas ou pelo menos negociar um equilíbrio benéfico para ambas as partes. Se você é o primogênito ou filho único, tem uma pitada ao perfeccionismo e realizações, busca fazer as coisas acontecerem. E um padrão exclusivo do filho único, é ter independência radical, por passar naturalmente muito tempo sozinho, além disso, tem medo de ficar sozinho.    
O único problema desde livro e de todos o que já li da categoria autoajuda é a repetição constante. Que acaba deixando o livro massante. Mesmo assim, dependendo do tema, me chama a atenção. Por ter um blog de Memórias (se você não conhece o link é esse - AQUI -), achei inquietante. Tive que ler. E gostei. Mesmo tendo o grande problema que comentei. 




Beijo Grande!

  

2 comentários:

  1. Pra mim, o que vale mesmo é o presente.
    Cadinho RoCo

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  2. O presente deve ser o nosso foco principal mesmo Cadinho RoCo, mas acredito que devemos refletir com o passado, para podermos sempre caminhar melhorando, essa reflexão muitas vezes, evita repetir os erros do passado.
    Obrigada pela sua visita e opinião. Volte sempre!
    Beijo Grande!

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