domingo, 12 de outubro de 2014

O Diário de ANNE FRANK - edição definitiva por Otto H. Frank e Mirjam Pressler



Olá, povo lindo!!! Chegou mais um domingo, dia de resenha de livro! 
Esse livro faz parte do Desafio de Leitura de Rory Gilmore - AQUI - Computando 8 livros lidos.
Esse é meu 28º livro lido esse ano. Metas atualizada - AQUI -.


Título Original: Het Achterhuis (holandês) 
Tradução de: The Diary of a Young Girl
Autor: Anne Frank
Editora: BestBolso
Ano: 2013
Páginas: 373
21º edição 

Se você nunca leu esse livro já ouviu falar, mundialmente famoso por conter relatos da segunda guerra mundial (1939-1945), tudo pelo olhos da menina judia Anne Frank.
O diário foi escrito de 12 de junho de 1942 até 1 de agosto de 1944. Existem várias versões do diário, mas a que tenho é a única autorizada pelo pai de Anne (que contém alguns erros que deixaram passar) Essas versões se deu, devido ao fato de Anne ter começado a escrever só para desabafar, depois de ter ouvido na rádio que estavam procurando relatos do sofrimento do povo holandês, ela resolveu que assim que a guerra terminasse ela iria publicar seu livro, sendo assim, ela começou a editá-lo para esse fim. 
Anne a cada dia vai mostrando seu amadurecimento acelerado, devido ao sofrimento. Ela foi uma menina complicada e encantadora. 
Ao ler o livro você vai sentir junto com Anne e companheiros do Anexo, o medo dos tiros e dos aviões. Seu relato repleto de sensibilidade, nos comove a cada página. 
Em uma parte do seu diário ela fala que para passar o tempo, eles se ocupam com vários coisas, cursos de idiomas e matérias como matemática, são seu passatempo. Mas o que ela fala dia 27 de março de 1943, achei divertido, ela fala do novo interesse por mitologia grega, e ressalta que todos do anexo a questionaram e falaram que é um assunto passageiro, pois adolescente não se interessa por mitologia. Oi?! (Se vocês pudessem ver o futuro e os livros do Rick Riordan, ficariam calados. 
Eu não poderia deixar passar o poema que o pai de Anne escreveu para ela em 1943. P. 123
"Mesmo sendo a mais nova, você não é pequenina, 
Sua vida é mesmo difícil, porque nosso dever - que sina -
É bancarmos professores, chatice que não termina.
Nós somos experientes! Aprenda tudo comigo! 
Nós já passamos por isso, ouça tudo o que digo.
Sabemos as regras, conhecemos do jogo.
É sempre a mesma coisa desde a descoberta do fogo"...
O poema continua, achei muito carinhoso da parte de Otto. Anne gostava mais do pai do que da mãe. Tinha seus dilemas de adolescente e tinha o desejo de ser lembrada, de morrer mas suas ideias perpetuarem, queria ser escritora. Ela conseguiu com um único livro realizar parte do seu sonho, isso não é para qualquer um.  
O livro é cheio de detalhe, fala da guerra do romance entre Anne e Piter, sobre como a comida chegava no anexo, como eles faziam para conseguir dinheiro e muito mais. Não vou me alongar muito neste post, pois não quero estragar com SPOILERS.
Leia, e fale para nós o que você achou.

Beijo Grande!

Para os amantes dos filmes esse livro tem uma versão cinematográfica, você pode assisti-lo - AQUI -

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