domingo, 15 de junho de 2014

O Efeito Facebook - David Kirkpatrick



Autor: David Kirkpatrick 

Ano: 2011
Editora: Intrínseca
Páginas: 356 | 392 com agradecimento, notas e índice remissivo.

Olá povo lindo, esse livro é o meu 13º livro do ano, já se passaram metade do mês de junho e para alcançar as minhas metas ainda preciso ler mais 6 livros em 15 dias, missão impossível?! 
Bom, acho que minhas leituras estava travada por esse livro e também pelo livro Nárnia (que é muito bom, mas... Conto depois), hoje é dia de falar do facebook.
Esse livro até agora foi o que mais ganhou marcadores, e anotações em bloquinhos. A sensação que muitas vezes o livro passa é que é uma aula sobre a história das redes sócias, não um bate-papo bem humorado sobre o tema. 
O começo de tudo foi em setembro de 2003, quando Mark Zuckerberg estava no seu segundo ano do curso Ciência da Computação, da Universidade de Harvard. Como dormir para ele nunca era prioridade, ficava rabiscando códigos em um quadro branco no corredor do apartamento, onde morava com mais três colegas.O Facebook, não foi criado assim, com esses primeiros rabiscos, foram surgindo software e só em 2004 que o Thefacebook surgiu. Era uma rede só para aluno de Harvard, e ficou assim por um bom tempo.
O livro fala da primeira rede social criada para estudantes universitários a Club Nexus, em novembro de 2001. O Criador desta primeira rede é o turco Orkut Buyukkokten, que depois em janeiro de 2004 criaria o tão falado Orkut, pela empresa Google. Vamos deixar claro aqui que isso foi duas semanas antes do Thefacebook.com.  Mesmo o Orkut sendo criado nos EUA, foi no Brasil que ele foi aceito e comunidades foram criadas, igual água. Dava para falar que o Orkut se abrasileirou, pois o Brasil possuía mais usuários do que nos EUA.
O MySpace que existe até hoje, não consegui essa mesma proeza do Orkut e Facebook.
Em 2004 a reputação das redes social nos EUA não era boa, pois muitas pessoas desprezavam essa ideia de rede social para encontro, achava supérfluo, isso criou um pequeno obstáculo para o crescimento do Thefacebook. Pois Mark Zuckerberg também se perdeu, se posso assim dizer, ou quis ir na onda das redes existentes, e deixou o Thefacebook com uma forte conotação sexual. Quando você criava seu perfil, tinha perguntas do tipo, "Você esta interessado em homens ou mulheres?", "À procura de...", etc.
O Thefacebook no mesmo ano de sua criação (2004) foi acrescentando mais faculdades.
Zuckerberg tinha suas trivialidades, uma delas era ficar citando frases de filmes em conversas, vamos assim chamar, séria. Ele citava Troia e Penetras bons de bico. A Frase "Nem ao menos sei como é uma codorna" foi parar na página do Thefacebook.
A ideia do mural do Thefacebook, já podia ser encontrada em formato bem diferente na biblioteca de Harvard, lá existia um grande livro, onde era colado um recorte de jornal, ou revista, e os visitantes escreviam seus comentários em baixo sobre o assunto.
No filme A Rede Social, Mark Zuckerberg foi retratado como uma pessoa sem coração, mas no livro ele era muito preocupado com sua reputação e sua palavra, se falava que iria fechar negocio com você, mesmo aparecendo uma oferta maior, ele não aceitava de imediato, pois tinha dado sua palavra para outro investidor. Uma vez chegou até chorar no chão de um banheiro, por questões morais. Achei bem interessante.
A maioria da equipe do Facebook tinha largado a universidade. Incluindo o próprio Mark. Quando ele estavam querendo contratar mais pessoas, o lema deles eram, largue a universidade e venha trabalhar para nós. Isso não foi bem aceito  no começo. "Em vez de um diploma, Zuckerberg tinha uma empresa que valia mais de 500 milhões de dólares e empregava quase uma centena de funcionários."p.188
A equipe que Mark montou estava empenhada no crescimento do produto Facebook, isso foi fundamental. Pois quando o Feed de Notícias foi lançado, em 2006, o Facebook passou pela sua maior crise, pois ninguém gostou. Só muito tempo depois que foi aceito, por não saber usar, talvez isso tenha tido um peso grande, pois muitas coisas foram exposta, de pessoas que nem sabia o que estava fazendo.
O Facebook só continua a crescer, todos os dias, pelo fato de Zuckerberg ser um grande visionário. "Ele queria fazer para a web o mesmo que Gates fizera para o computador pessoal: criar uma infraestrutura padrão de software que tornasse mais fácil construir aplicativos - dessa vez, aplicativos com componente social. "Queremos fazer do Facebook uma espécie de sistema operacional, de forma que as pessoas possam executar aplicativos completos". .p. 235. É claro que ele consegui, é só você olhar esse convites de jogos nas suas atualizações.
Ainda tem muita coisa para falar, mas você vai querer ler o livro, certo? Então pode ter certeza que você vai aprender muita coisa e descobrir que talvez o Zuckerberg não seja o mau caráter exposto no filme.


Beijos grande, até sexta com post novo do filme Sementes de Violência. 

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