terça-feira, 15 de abril de 2014

Mente Ocupada

O homem bom, do bom tesouro do seu coração, tira o bem, e o homem mau, do mau tesouro do seu coração, tira o mal, porque da abundancia do seu coração fala a boca. Lucas 6:45.
A mente é constituída de maneira que precisa estar ocupada seja com o bem, seja com o mal. Se alcança um baixo nível, e geralmente porque e deixada a lidar com assuntos triviais. ... O homem tem o poder de regular e controlar as atividades da mente, e imprimir controle a corrente de seus pensamentos. Isso exige, porem, maior esforço do que podemos fazer em nossa própria força. Devemos apoiar a mente em Deus, se quisermos ter pensamentos bons, e os devidos temas como meditação.
Poucos compreendem que e dever exercer domínio sobre seus pensamentos e imaginações. É difícil manter a mente indisciplinada fixa em assuntos proveitosos. Mas se os pensamentos não são devidamente empregados, a religião não pode desenvolver-se na alma. A mente deve estar preocupada com coisas sagradas e eternas, do contrário nutrirá pensamentos frívolos e superficiais. Tanto as faculdades
morais como as intelectuais, precisam ser disciplinadas, e se fortalecem e desenvolvem pelo exercício.
Para entender devidamente isso, precisamos lembrar que nosso coração é naturalmente depravado, e somos de nos mesmos incapazes de seguir reto caminho. E unicamente pela graça de Deus aliada aos mais diligentes esforços de nossa parte, que podemos obter a vitória.
Há na fá cristã assuntos sobre que cada um deve habituar a mente a demorar. O amor de Jesus, que ultrapassa o entendimento, Seus sofrimentos pela raça caída, Sua obra de mediação em nosso favor, e Sua glória exaltada — tais são os mistérios para os quais os anjos desejam bem atentar. Os seres celestes encontram nesses temas o
bastante para atrair e empregar seus mais profundos pensamentos; e havemos nós, tão intimamente interessados nisto, de manifestar menos interesse que os anjos, nas maravilhas do amor redentor?
O intelecto, bem como o coração, precisa consagrar-se ao serviço de Deus. Ele tem direito a tudo quanto há em nós.—The Review and Herald, 4 de Janeiro de 1881.

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