sexta-feira, 21 de março de 2014

Submissa? {Todos têm um dono} – Fabiana Bertotti


Autora: Fabiana Bertotti
Páginas: 107
Ano: 2012

Olá amigos, lembra que tinha mencionado no meu post anterior que estava com alguns problemas para terminar os livros, bom, esse livro aí da foto fez meus bloqueios irem embora e as leituras estão progredindo. |\O/| Aleluia! Metas atualizadas AQUI.
Tirei a foto do livro depois de terminar a leitura e olha só como ele ficou cheio de marcadores. Nem sei por onde começar. São tantos pontos relevantes para destacar,  que confesso que estou um pouco perdida.
Como dizem por aí, vamos começar pelo começo. Nada Clichê, certo? E o começo não foi o que eu estava esperando, é isso mesmo! Qual o motivo do meu desencantamento logo de cara? Foi por que vivemos em uma época onde tem muita gente para passar a mão em cima da nossa cabeça e com frases de consolo falam que isso ou aquilo pode, pois nos dias de HOJE, as coisas mudaram. Bom, foi com esse pensamento que começo a ler o livro Submissa. E adivinha só? A Fabi, não pega leve. Ela fala de tudo um pouco e não tem rodeios ao falar se está certo ou errado, e o melhor é que não é só a opinião dela, sempre tem a Bíblia para confirmar suas ideias. E isso foi como ser atingida com uma bofetada na cara, e me fala aqui quem gosta de tapas?
Ao caminhar na leitura percebi que precisava sair da minha zona de conforto para poder entender a mensagem do livro. A partir deste momento o livro foi devorado e absorvido rapidamente.
Não vou citar onde cada marcador esta, mas vou colocar alguns aqui. O primeiro marcador esta na página 14, capitulo 1 Deus e a Mulher, o subtema é Seu Real Valor. O paragrafo de destaque é o segundo da página, e fala assim,
“Nós mulheres ainda estamos tentando achar nosso lugar neste mundo onde supostamente deveríamos nadar de braçada. Já vestimos calças, queimamos sutiãs, usamos ombreiras, cortamos o cabelo e fizemos de tudo para nos igualar aos homens, todavia continuamos reclamando de menores salários, de preconceitos e subordinação. Fico pensando se existe de fato este menosprezo ou nós é que inventamos isso e aumentamos qualquer fato para recorrer às conquistas femininas que pregam a igualdade do sexo”. P.14

Concordo com a Fabi nesta fala, pois muitas vezes o preconceito e essa desvalorização esta na nossa mente. E não nos outros. 
Progredindo na leitura, vamos pulando para a página 22, onde o tema é Jugo Desigual, e eu  achei polêmico e me fez refletir bastante sobre alguns pontos. Sobre o que fala? Um dos assuntos é racismo, a Fabi levanta alguns exemplos de como ainda vivemos em um mundo cheio de preconceitos. E isso me fez pensar como eu agiria se tivesse namorado alguém com uma família racista, bom, eu não terminaria o namoro por isso, logo de cara, pois se eu o fizer, estou “aceitando” de certa forma o preconceito e estou “permitindo” esta família a continuar sendo assim. Acredito que vivemos em uma época que essas atitudes não devem ser toleradas e nem muito menos justificada, por motivos de costumes e tal. Para tudo neste mundo tem o seu tempo, certo? Então por que não continuar namorando e mostrar que somos todos iguais perante Deus?
De uma coisa é certa, se seu namorado fosse racista, nem tinha te pedido em namoro! Agora, se não der certo no amor, processa a família que talvez resolva. Pois preconceito de qualquer espécie é repugnante. Pronto falei.
Vamos progredir nas páginas e falar sobre filhos (este assunto esta no capitulo 4 - Maternidade), como isso me tira o sono. Neste capitulo eu senti exatamente o que falei logo no começo deste post, senti que tinha levado uma bofetada.  
Eu tenho um compromisso com Deus na educação do Lucas, e quero que ele fique nos caminhos de Deus, quero que ele goste de ir à igreja, mas como vou incentivar isso se muitas vezes somos tão falhos?!
“No moldar devidamente o espirito dos seus filhos é confiada ás mães a maior missão dada a mortais”. – Filhas de Deus, p. 154. (citado pela Fabiana na p. 49).
Nossa, e agora? Muitas vezes me sinto perdida com essa função de ser mãe.
Este é o meu capítulo preferido, pois me identifiquei com muitos dilemas apresentados e consegui absorver, eu acredito, o que a autora fala sobre o assunto. E digo que esta sendo de grande valia para minha construção do papel de ser uma mãe melhor.
Agora se você ainda esta com dúvida se vai ler ou não esse livro, a Bíblia tem uma coisa a te dizer: em Mateus 12:34 diz “...Pois do que há em abundância no coração, disso fala a boca”. O que esta ocupando nossa mente e coração?
O coração precisa ser sempre abastecido, nos livros pode-se encontrar todo combustível necessário para transformar a jornada aqui nesta terra bem mais prazerosa.  



Beijos e até o próximo post.

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